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domingo, 24 de junho de 2012

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9 passos para impor limites

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Terapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados!




1. Não se explique demais
“Quando pedimos para uma criança fazer algo ou para parar de fazê-lo, nosso hábito é de seguir com uma grande explicação de porquê tal ação é necessária. Se nossos filhos não respondem à primeira explicação, pensamos que ela não teve apelo para eles (ou que eles apenas não a entenderam) e, então, gastamos tempo e energia em tentar convencê-los novamente”, explica Diane.
Se a criança não entendeu porque está sendo solicitada a fazer ou deixar de fazer algo, dificilmente ela será convencida por mais e mais explicações. O que ela precisa entender é que tudo o que você pede é para o bem dela – e assim será até ela crescer.
2. Não dê mais de um aviso
“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.
3. Não adule
Você se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.
4. Não suborne
As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.
5. Não ameace
Ameaças funcionam com "se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. "Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia 'Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde', ele apenas respondia 'tudo bem'. E eu ficava sem saber para onde ir", relembra.
"Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas", explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: 'Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias'. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?".
6. Não puna
Segundo Diane, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. “Também, se usarmos a punição, nossos filhos podem simplesmente aprender como aguentá-las – e voltarem a fazer aquilo que tentamos evitar”, afirma.
Mas se os pais deixarem de explicar, avisar, adular, subornar, ameaçar e punir, o que eles podem fazer? Diane sugere uma estratégia simples, com três passos: peça, diga e aja.
7. Peça uma vez só
Diane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.
A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?
8. Diga de maneira enérgica
“Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.
A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.
9. Aja
Se seu filho não respondeu a nenhuma das ações anteriores, você precisa fazer algo. “A coisa mais efetiva que você pode fazer é usar a ‘distância emocional’ até que ele esteja pronto para fazer o que foi pedido”, aconselha Diane. “Pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o quarto. Diga firmemente ‘você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi’, e deixe-o sozinho”, completa. Lembre-se: o seu filho tem o poder de se reunir à família ao fazer o que lhe foi pedido.
MiGCompLinks_C:undefinedQuando as crianças são maiores – e tirá-las do lugar é mais difícil – Diane recomenda que os pais apenas determinem consigo mesmos: “eu não farei nada até que ele esteja pronto para fazer aquilo que eu pedi”. E continuem com o que estiverem fazendo, normalmente. “Quando a criança aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido (e ignorado) anteriormente”, diz a autora. “Ele pode fazer duas ou três tentativas para chamar sua atenção, mas vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

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A idade para começar a desenhar

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A artista dinamarquesa Anna Marie Holm sugere oferecer o primeiro lápis ou pincel ao bebê aos 5 meses...

A partir dos 5 meses seu bebê pode se divertir com pincéis, lápis e giz. Palavra de especialista. "Nessa idade, ele já estende o braço para agarrar objetos e, aos poucos, pode ser estimulado a pintar e rabiscar", explica a educadora e artista plástica dinamarquesa Anna Marie Holm, em entrevista ao site do seu bebê. A especialista - que esteve recentemente no Brasil para lançar o livro Baby-Art: Os Primeiros Passos com Arte - lembra que, num primeiro reflexo, o pequeno pode levar a novidade à boca. Não se preocupe. "Faz parte da experimentação", explica. Mas, claro, tome cuidado.

Com o tempo as mãos curiosas do artista mirim vão arriscar outros movimentos, amassando o papel, pintando o rosto, as roupas, os cabelos... Mas calma lá! Nada de querer impor limites à brincadeira e acabar com a bagunça. "A proposta é não interferir, deixando o bebê livre para se expressar e explorar as possibilidades do ambiente", sugere Anna Marie. Assim, se o resultado for uma baita confusão de cores, papel picado e seu filho terminar coberto de tinta, palmas para ele! Segundo Anna Marie, é dessa maneira que o bebê se diverte e, ao mesmo tempo, aperfeiçoa seus sentidos e sua criatividade.

Quer experimentar? Então veja algumas dicas e brincadeiras de Anna Marie para estimular a criatividade de quem ainda não completou 1 ano.

Confira dicas abaixo:

domingo, 18 de março de 2012

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Fase dos porquês incentiva o aprendizado das crianças

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Como eu nasci? O que é sexo? Como as mulheres ficam grávidas? Essas são apenas algumas das perguntas mais comuns e embaraçosas que as crianças fazem aos adultos quando entram na chamada fase dos porquês, uma época repleta de dúvidas na qual os pequenos começam a descobrir o mundo à sua volta. "A partir dos dois anos e meio até os quatro anos a criança desenvolve o que Jean Piaget denominou como período pré-operatório, também conhecido como a fase dos porquês", explica a pedagoga Andresa Santos.
"É nessa fase que a criança constrói a própria identidade. Ela passa a ter noção de sua existência, das coisas que consegue fazer, que vê ou que ouve. A partir dessa descoberta, percebe também os fatos ao seu redor, dando maior ênfase a como tudo acontece, ou seja, aos porquês", comenta Stela Lobato, psicóloga e diretora da Boobambu Academia da Criança. "A fase dos porquês acontece quando os pequenos estão mais abertos para o mundo que os cerca. Até essa fase, eles são muito egocêntricos e não conseguem muito perceber o outro e o mundo em que estão inseridos. Já nesta fase a criança descobre um mundo muito maior, com muitas opções e que ela ainda não domina", afirma Stella Maris Bicalho de Paiva, psicóloga e psicopedagoga do Colégio Pitágoras, de Belo Horizonte (MG).
Por isso, é natural que os pequenos tenham dúvidas sobre assuntos mais delicados, como o sexo. "É normal que as crianças façam perguntas sobre este assunto. Isso faz parte do desenvolvimento e é um tema que não é falado. Logo, as crianças fantasiam sobre ele. Sexo não deveria ser um assunto difícil, ele deveria ser normal e é com naturalidade que precisa ser respondido para as crianças, sempre de forma curta e honesta, realmente esclarecendo a dúvida. Até para que ela não fique sem resposta, fantasie sobre as respostas ou pesquise com outras fontes, como os amigos da mesma idade, revistas ou internet", alerta Paula Pessoa Carvalho, psicóloga da Estímulo Consultoria.
"Com o volume de informações a que tem acesso através de televisão, escola, colegas e jogos, a criança é apresentada a temas novos a todo instante. O assunto sexo é um dentre tantos outros que ela pode perguntar e ter curiosidade, pois nesse momento está também descobrindo o seu corpo e as diferenças que existem entre o corpo do menino e da menina. É importante estar atento à pergunta do seu filho, pois muitas vezes ele quer uma resposta simples e que satisfaça sua curiosidade do momento. Portanto, responda de forma clara e objetiva, sem criar história", indica Stella Maris. "Na hora de responder aos pequenos uma coisa é certa, não se deve mentir. É importante explicar o que eles querem saber, mas sem entrar em detalhes. Evite falar da cegonha e da sementinha. Hoje, existem muitos livros ilustrados que os terapeutas indicam aos pais para suprir a dúvida das crianças em relação à curiosidade sobre sexo", recomenda Andresa.

quinta-feira, 15 de março de 2012

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A importância do amiguinho de seu filho!

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Além de saudável, o estabelecimento de vínculos afetivos possibilita a convivência com regras e limites necessários à vida em sociedade. Ao ver seu comportamento espelhado nas reações do outro, a criança tem condições de conhecer vários modelos de relação e se atentar à noção de limite.
As crianças com a mesma idade têm facilidade na convivência por estabelecerem a mesma linguagem e vestirem-se de formas semelhantes. "Permite a todos os envolvidos uma melhor estruturação de seus processos de diferenciação que, por consequência, influenciarão na construção de um 'eu' mais saudável", afirma a psicóloga Claudia Marinho.
Estabelecer vínculos afetivos fora da esfera familiar é mais desafiador para a criança, já que permite a ela sair da "zona de conforto" e lidar com outros ambientes. Segundo a psicóloga Lilian Lerner Castro, firmar vínculos de amizade é um processo que depende do amadurecimento cognitivo. "A criança precisa se ater a regras e aprender a lidar em sociedade quando se depara com os amigos".
Ao enfrentar situações novas, os amigos funcionam como referenciais, sendo importantes para dar apoio em uma situação em que o outro se sentiu inseguro. O fazer parte de um grupo e o sentir-se aceita pelas pessoas da mesma idade fornecem a base de toda a estrutura emocional da vida daquela criança.
"Existem alguns estudos que falam das consequências da falta desse vínculo na primeira infância - inclusive com crianças que vão cedo para a creche - e que fazem correlações desta até mesmo com dificuldades de aprendizado", afirma Claudia Marinho.
amizade predileta costuma levar a trocas positivas e, segundo Suely Buriasco, os momentos de afetividade vividos por meio da amizade são fundamentais para a formação de personalidades "sadias" e capazes de aprender. "Sem essa consciência, a criança enfrenta grandes dificuldades de socialização. Se a criança é tímida e o amigo não, ela passa a ficar mais expansiva. Se um é estudioso, o outro pode se interessar mais pelos estudos".
A troca de hábitos culturais da família de cada um também irá possibilitar o desenvolvimento de ambos. Os amigos passam a descobrir e praticar valores de um bom relacionamento, como fidelidade, cooperação, solidariedade e respeito ao outro.
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Ensine para sua criança o valor de poupar!

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O ato de poupar é uma questão de educação

Os benefícios de ensinar as crianças sobre o valor de economizarem dinheiro, vale o esforço.
Elas precisam entender a importância que ele tem na vida das pessoas e a segurança que proporciona, quando usado de maneira correta.
Crianças que não tem esses ensinamentos pagam um preço durante sua vida, pois não sabem como lidar corretamente com ele.
Muitos pais acham que não é correto falar com elas sobre dinheiro. Alguns dizem que não tem tempo. Mas é um assunto de grande importância e deve fazer parte dos conhecimentos que ela recebe.
Cada família tem seus valores e crenças e os ensinamentos devem estar diretamente ligados a eles. Conversar com os filhos sobre essas convicções é muito saudável e altamente instrutivo.
A maioria, dos adultos, se relaciona com questões financeiras baseada, principalmente, nas impressões que obteve durante a infância, através do exemplo dos pais.
Alguns pontos importantes devem ser analisados, antes de conversar sobre este assunto com elas.
• Como elas percebem o dinheiro ou o valor dele na sua casa?
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