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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

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Horário de verão: Dicas de como driblar o novo horário!

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Tirar seu filho da cama cedo costuma ser difícil? Então você vai precisar de um pouquinho mais de paciência a partir de hoje! Confira algumas dicas da revista Crescer de como driblar os efeitos do Horário de Verão:


Para driblar os efeitos do novo horário 

- Não estranhe se o apetite do seu filho diminuir. Isso é normal, já que ele terá de comer uma hora mais cedo. “Vale nos primeiros dias oferecer à criança uma dieta mais leve e até priorizar os alimentos favoritos dela”, diz Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo (SP). Depois, gradualmente, volte com a alimentação normal. 

- Para que o seu filho durma a quantidade de horas diárias de que ele precisa (veja tabela por idade), um dia antes da mudança de horário, coloque-o para deitar um pouco mais cedo. Nos outros dias, faça com que o ritual para dormir comece antes do que o comum. Se a criança adormece normalmente em 30 minutos, ela pode demorar mais do que isso durante a fase de adaptação ao novo horário. 

- Evite alimentos pesados e estimulantes, como refrigerante e chocolate, antes da hora de dormir. E não inicie atividades físicas neste período, para não agitar as crianças. 

- Crie em casa um ambiente tranquilo. Faça uma massagem no seu filho, leia um livro, invente uma história ou coloque uma música calma. Isso vai ajudá-lo a relaxar. 

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

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Meu Filho é superdotado?

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Para saber se o seu  filho é uma criança superdotada, de uma forma segura, somente com a orientação de um profissional especializado no assunto.
Mas existem algumas características das crianças muito inteligente que podem ajudar aos pais identificarem uma criança superdotada. As características pessoais das crianças superdotadas variam muito, mas existem alguns traços comuns entre elas.


Veja abaixo sinais de que seu filho pode ser superdotado:


1. Dorme pouco. 
2. Aprende a ler em um curto espaço de tempo. 
3. Fala sua primeira palavra com seis meses. 
4. Diz sua primeira frase com 12 meses. 
5. Mantém uma conversação entre 18 e 24 meses. Vocabulário impróprio para sua idade. 
6. Aprende o abecedário e conta até 10 aos dois anos e meio. 
7. Resolve mentalmente problemas de soma e subtração até 10 com três anos. 
8. Pergunta por palavras que não conhece desde os três anos. 
9. Faz perguntas exploratórias com pouca idade. 
10. Alta capacidade criativa.
11. Possui uma alta sensibilidade do mundo que o rodeia. 
12. Preocupação por assuntos de moralidade e justiça. 
13. Enérgico e confiante em suas possibilidades. 
14. Muito observador e aberto a situações não usuais. 
15. Muito crítico consigo mesmo e com os demais. 
16. Grande capacidade de atenção e concentração. 
17. Gosta de relacionar-se com as crianças de maior idade. 
18. Baixa auto-estima, tendência à depressão. 
19. Se aborrece na sala de aula porque suas capacidades superam os programas de estudos convencionais. 
20. São, aparentemente, muito distraídos. 
21. Seu pensamento é produtivo mais que reprodutivo. Baseiam-se na construção das coisas. 
22. Tem muito pouca motivação para com o professor. 
23. Chegam a sentir-se incompreendidos, estranhos. 
24. São independentes e introvertidos.

Matéria do site Guia infantil.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

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O que fazer quando a criança só quer a mamãe?

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Se você assim como muitas mães enfrentam esta dificuldade e a resistencia de seu filho só querer você e não ficar com outras pessoas, entenda porque isto acontece e o que fazer para mudar, com estas dicas do site Bebe Abril:
 
 
Confira as dicas abaixo:

quarta-feira, 25 de julho de 2012

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Saiba como fazer seu bebê dormir 12 horas por dia!

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Que grávida nunca ouviu o conselho: “Aproveite para dormir agora. Depois que o bebê nascer, você dará adeus às noites de sono”? Ter um filho que dorme a noite toda é o sonho de muitos pais. E ele pode se tornar realidade. É o que garante Suzy Giordano, conhecida nos Estados Unidos como Treinadora de Bebês.




Suzy é brasileira e mãe de cinco filhos. Mudou-se para o estado norte-americano de Virgínia quando os caçulas gêmeos tinham pouco mais de um ano. Empregando a mesma técnica há 20 anos para ensinar a criançada a dormir, Suzy acaba de lançar o livro “12 horas de sono com 12 semanas de vida”, da Editora Zahar.
Na obra, a autora defende quatro fundamentos para o pequeno dormir com os anjos:

1. A criança deve se adaptar à família, não a família a ele: “Bebês se adequam bem e deveriam ser expostos a todas as facetas da vida familiar”, explica Suzy. “Durante a soneca deles, assim como a campainha pode tocar, os irmãos mais velhos devem ter autorização para rir alto, ao mesmo tempo em que a máquina de lavar funciona, por exemplo. Se não for assim, a família acaba vivendo em um ambiente de tensão, no qual cada respiração recebe um olhar torto”.

2. Como pai ou mãe, você deve se sentir no comando: “Eu sou a mãe (ou o pai) e estou no controle. Você é um bebê e vai seguir as minhas orientações” é o mantra criado por Suzy. “As crianças precisam de uma figura que represente autoridade e que estabeleça parâmetros e limites”, enfatiza.

3. Dormir é uma habilidade que se aprende e que deve ser ensinada: “Embalar um bebê de doze semanas, repetidas vezes, em uma cadeira de balanço automática até ele dormir é o mesmo que carregar o filho de dois anos no colo para todo lado. Os pais resolvem a situação para as crianças, em vez de guiá-las para que realizem o processo sozinhas”, alerta a treinadora de bebês.

4. O treinamento para dormir exige comprometimento e trabalho duro por parte dos pais: para que o resultado seja positivo, eles precisam fazer algum esforço. “E, mesmo depois que a rotina se estabelece, de vez em quando eles precisarão reforçar o que ensinaram”, diz Suzy.

domingo, 24 de junho de 2012

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9 passos para impor limites

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Terapeuta, autora, mãe e avó, Diane Levy separa as atitudes que valem a pena das que só gastam energia e compartilha sua fórmula para ter filhos disciplinados!




1. Não se explique demais
“Quando pedimos para uma criança fazer algo ou para parar de fazê-lo, nosso hábito é de seguir com uma grande explicação de porquê tal ação é necessária. Se nossos filhos não respondem à primeira explicação, pensamos que ela não teve apelo para eles (ou que eles apenas não a entenderam) e, então, gastamos tempo e energia em tentar convencê-los novamente”, explica Diane.
Se a criança não entendeu porque está sendo solicitada a fazer ou deixar de fazer algo, dificilmente ela será convencida por mais e mais explicações. O que ela precisa entender é que tudo o que você pede é para o bem dela – e assim será até ela crescer.
2. Não dê mais de um aviso
“Ao dar várias chances e avisos, nós mostramos às crianças que não acreditamos naquilo que dizemos e que não esperamos uma ação efetiva até darmos muitos e muitos avisos”, diz Diane. “A maioria das crianças entende que enquanto os pais estão nesse ‘modo de aviso’, nada irá acontecer com elas”. Portanto, seja firme.
3. Não adule
Você se pega usando frases como “se você arrumar seu quarto, ganha um chocolate” ou “faça toda a lição e te dou um brinquedo” com frequência? Pense melhor. “Quando os adultos se esforçam adulando e coagindo as crianças para que elas façam o que devem, isso significa que só os pais estão fazendo o trabalho duro, enquanto os filhos esperam uma recompensa convincente o bastante para encorajá-los a começar uma tarefa que não é mais que obrigação deles”.
4. Não suborne
As crianças devem ser acostumada a agir dentro de um senso de obrigação. “Se o único jeito de conseguirmos fazer com que as crianças façam o que mandamos é oferecendo algo, nos deixamos vulneráveis a ter que pensar em maiores e melhores ‘mimos’ com o tempo. Além disso, essa ação dá às nossas crianças a permissão de perguntar ‘o que você me dará se eu fizer isso?’ – e esse não é um bom hábito para se encorajar”, resume Diane.
5. Não ameace
Ameaças funcionam com "se você não fizer isso.. então eu irei…”. Diane explica que, assim, você abre um contrato e isso dá margem para a criança negar a oferta. "Aprendi essa lição muito cedo com o meu primeiro filho. Quando dizia 'Robert, se você não guardar seus brinquedos agora, não iremos ao parque essa tarde', ele apenas respondia 'tudo bem'. E eu ficava sem saber para onde ir", relembra.
"Outro problema em ameaçar é que, se você fala que irá fazer algo, é obrigado a cumprir isso. A maioria das ameaças que tem como objetivo persuadir a criança a fazer o que foi pedido nos pune mais do que a elas", explica Diane. E exemplifica: “Os pais ameaçam: 'Se você não fizer isso imediatamente, não verá mais TV pelos próximos três dias'. É mais provável que a vida de quem fique mais difícil com essa ameaça?".
6. Não puna
Segundo Diane, algumas crianças aprendem através das punições, mas muitas se tornam ressentidas, irritadas e se sentem tratadas de forma desleal. “Também, se usarmos a punição, nossos filhos podem simplesmente aprender como aguentá-las – e voltarem a fazer aquilo que tentamos evitar”, afirma.
Mas se os pais deixarem de explicar, avisar, adular, subornar, ameaçar e punir, o que eles podem fazer? Diane sugere uma estratégia simples, com três passos: peça, diga e aja.
7. Peça uma vez só
Diane recomenda que os pais simplesmente peçam o que deve ser feito e observem a resposta do filho. Isso dará a eles uma informação importante. “Quando as crianças se negam a fazer o que foi pedido, eles usualmente expressam uma das três formas a seguir: tristeza, irritação ou distanciamento”, ensina ela.
A tristeza é simbolizada por chateação. “Eles parecem ofendidos e dizem ‘por que eu?’”, descreve. A irritação se manifesta em confronto: “eles discutem e acusam você de ser injusto com eles”. O distanciamento é caracterizado por indiferença. “Eles ignoravam você, olham para outro lado e continuam o que estão fazendo”, completa Diane. “Tudo isso significa que a criança não fará aquilo que pediu”. Mas como reagir?
8. Diga de maneira enérgica
“Vá até o seu filho – isso pode ser um pouco difícil para os pais, pois significa que eles terão que parar aquilo que estavam fazendo, levantar e ficar do lado da criança”, orienta Diane. Segundo ela, a presença próxima vale a pena. “Uma vez que aparecemos perto da criança, ela sabe que isso significa que ela terá que fazer o que foi pedido”.
A autora recomenda que os pais falem baixo – isso mostra que eles estão no controle tanto da própria voz quanto da criança – e que olhem seu filho nos olhos.
9. Aja
Se seu filho não respondeu a nenhuma das ações anteriores, você precisa fazer algo. “A coisa mais efetiva que você pode fazer é usar a ‘distância emocional’ até que ele esteja pronto para fazer o que foi pedido”, aconselha Diane. “Pegue-o no colo ou pela mão e o leve para o quarto. Diga firmemente ‘você é bem-vindo para se juntar à família assim que estiver pronto para fazer o que pedi’, e deixe-o sozinho”, completa. Lembre-se: o seu filho tem o poder de se reunir à família ao fazer o que lhe foi pedido.
MiGCompLinks_C:undefinedQuando as crianças são maiores – e tirá-las do lugar é mais difícil – Diane recomenda que os pais apenas determinem consigo mesmos: “eu não farei nada até que ele esteja pronto para fazer aquilo que eu pedi”. E continuem com o que estiverem fazendo, normalmente. “Quando a criança aparecer com um pedido, você pode calmamente lembrá-la de que ficaria feliz em atendê-la, assim que ela fizer aquilo que foi estabelecido (e ignorado) anteriormente”, diz a autora. “Ele pode fazer duas ou três tentativas para chamar sua atenção, mas vai acabar entendendo que precisa fazer o que foi solicitado pelos pais”, finaliza.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

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15 truques infalíveis para distrair seu bebê

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Não dá para esperar que o filhote espontaneamente se distraia com a paisagem em uma viagem de carro nem que ele tenha um comportamento exemplar em aviões e restaurantes. Assim que o tédio bate... Toda mãe sabe o tamanho da encrenca. O segredo é sair de casa preparada. Veja as sugestões de duas especialistas em estimulação infantil e brincadeiras e garanta a diversão de toda a família:


1

Tour recreativo

No restaurante, passeie pelo local com seu filho no colo. Enquanto o prato não chega, mostre a ele os vários ambientes, a atividade dos garçons e, se possível, o preparo dos alimentos. A criança vai adorar e certamente ficará mais calma e entretida com os próprios brinquedos, no cadeirão, quando a refeição for servida.

2

Imitando a Eliana

Que tal brincar com os dedinhos do pequeno chamando-os pelos apelidos (mindinho, seu vizinho...)? Outra opção é cantar parlendas acompanhadas de gestos, como: “Dois dedinhos, dois dedinhos, onde estão? Aqui estão...” Mais uma graça do gênero é aquela brincadeira antiga em que você toca, sucessivamente, cada um dos olhos, a boca e o nariz do bebê, enquanto recita: “Janela, janelinha, porta, campainha... Din-dóm!”

3

Sem bagunça

Antes de sair, faça uma seleção pequena dos brinquedos favoritos do seu filho e leve-os. Assim, você tem com o que distraí-lo antes que ele se aposse de saleiro e porta-guardanapo – o que sempre acaba mal.

4

Surpresa!

É infalível: deixar para apresentar um brinquedo novo no restaurante ou durante um voo garante bons minutos de tranquilidade. No carro, porém, é preciso cautela com o que oferecer, pois mesmo objetos pequenos podem causar danos se houver uma colisão. É melhor restringir a livros e brinquedos de tecido.

5

Bolinhas de sabão

Elas são sempre irresistíveis, e mesmo os pequenos conseguem segui-las com o olhar. Para melhorar, as máquinas de fazer bolhas são fáceis de carregar. Recorra a uma em momentos de grande agitação, desde que o restaurante tenha uma área externa.

6

Menu de brincadeiras

Invista na variedade. Seu filho se mantém concentrado por mais tempo quando você oferece uma atração de cada vez – tente primeiro um livro, depois dê um boneco e, em seguida, duas argolas para serem encaixadas uma na outra.

7

Bebê multimídia

Um aparelho de DVD portátil pode ser facilmente usado em um restaurante. O único cuidado é escolher uma mesa maior, para o aparelho ficar bem acomodado, evitando acidentes. Fones de ouvido grandes, daqueles que se encaixam na cabeça, são os melhores para impedir que o barulho atrapalhe os outros fequentadores e ainda têm a vantagem de também ser um item divertido para o bebê explorar.

8

Diversão high tech

Como a maioria dos estabelecimentos já tem internet sem fio, use o notebook para acessar sites infantis. No discoverykidsbrasil.com, há a opção de assistir aos vídeos que os pequenos já conhecem da TV.

9

Olha quem está falando

Telefones de brinquedo ou mesmo seu celular rendem um bocado de distração. Finja que conversa com pessoas conhecidas, nomeando-as uma a uma, ou deixe a criança fazer isso. Os bebês adoram esse tipo de brincadeira repetitiva. Para ficar melhor, misture os nomes dos personagens favoritos aos de familiares e amigos.

10

Mãos à obra

Massinhas de modelar distraem, mas exigem supervisão. Prefira as que vêm em forma de bastão, que são mais firmes e não esfarelam. Vale pedir um pedaço de massa crua na pizzaria.

11

Caras e bocas

Acredite: um simples espelho de bolsa é uma maravilha para distrair bebês com menos de 1 ano, que adoram ver a própria imagem refletida. Para os maiores, a pedida é fazer careta e ver como fica no espelho.

12

Hora do teatrinho

Usar os brinquedos ou fantoches para conversar é uma boa maneira de acalmar seu filho com a mudança na rotina. Pegue uma boneca, um carrinho ou um cubo e, com voz em falsete, diga coisas como: “Então, você está viajando com os seus pais? Que gostoso! Vocês vão brincar bastante. Hoje de manhã nós fomos à praia e amanhã vamos de novo”. Desse modo, você explica o que está acontecendo naquele momento e tranquiliza o pequeno anunciando o que vem pela frente.

13

É brincando que se aprende

Coloque objetos de diferentes cores, tamanhos e texturas em uma sacola de pano e deixe seu filho esvaziá-la. Depois, incentive-o a colocar tudo de volta. É um passatempo simples, mas os bebês adoram!

14

Adivinhação

Embrulhe alguns brinquedos antes de sair de casa (não precisam ser novos) usando várias folhas de papel de cores diferentes. Seu filho vai se divertir tentando descobrir qual é a surpresa de cada embrulho.

15

Coisa de gente grande

Se houver um playground com crianças mais velhas, leve o bebê até lá. Mesmo sem entrar na farra, ele vai se distrair prestando atenção nos jogos dos maiores.


Via

quinta-feira, 7 de junho de 2012

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Problemas de saúde mais comuns em bebês

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Saiba lidar de maneira tranquila com os principais problemas que acometem o pequeno no seu primeiro ano de vida!

Otite
A otite é um agravamento de um quadro de virose. O catarro do resfriado que se acomoda em canais auditivos pode causar a inflamação do ouvido. Isso acontece porque as secreções constituem um ambiente perfeito para bactérias oportunistas, praticamente uma incubadora. Choro intenso, inapetência, perda da fome e irritabilidade são alguns dos sinais do problema. Em geral, há febre inferior a 39 °C, mas não necessariamente.

O que fazer?
É uma doença que costuma surgir três ou quatro dias depois de um resfriado. O diagnóstico deve ser feito pelo médico com um otoscópio – aparelho próprio para isso. O método de apertar o ouvidinho para ver se a criança chora não é confiável. Diante da confirmação da doença, além de seguir a prescrição do pediatra, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e promover a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual. Manter o pequeno hidratado também é importante.


Cólica
A imaturidade do sistema digestivo do bebê é responsável pelo mais famoso drama na vida de pais de recém-nascidos: as cólicas. Trata-se de uma manifestação orgânica. O intestino reage a proteínas estranhas, presentes no leite materno. Marcadores bioquímicos identificam essas substâncias. O resultado são desconfortos e dores abdominais, seguidos de choros repentinos e agudos.

O que fazer?
Não há muito o que fazer, além de esperar a maturação do tubo digestivo da criança. A partir do terceiro ou quarto mês, a criança passará a reconhecer as proteínas do leite materno e deixará de ter cólicas com frequência. Até lá, os pais podem usar bolsas de água quente, massagens e flexão de pernas para amenizar o incômodo, mas essas são medidas paliativas. O banho e a posição fetal também acalmam o bebê. Há médicos que prescrevem analgésicos e outros que toleram a popular funchicória (remédio fitoterápico), embora não a indiquem. Nesse caso, o que vale é a palavra de seu pediatra de confiança.


Sono intranquilo
Até os 3 meses de vida, é recomendável que a criança durma próxima à mãe por comodidade e segurança. Após esse período, no entanto, o bebê deve ir para o quarto dele e deixar aos poucos a mamada da madrugada. E é justamente nessa fase que começam os problemas relacionados ao sono. A criança chora muito e torna a noite dos pais um tormento. Muitas mães voltam a trabalhar nesse período, o que agrava ainda mais a situação.

O que fazer?
O sono intranquilo não costuma ser um problema de saúde, e sim de comportamento. Afinal, a criança está acostumada a acordar à noite para mamar. Por isso, é preciso calma para tirar o peito da madrugada. Faça isso aos poucos. Começar a criar novos hábitos, com horários mais rígidos, é outra medida importante. Além disso, resista à tentação de atender ao choro do bebê de imediato. Evite também fazer barulho, acender a luz e pegá-lo no colo: isso vai despertá-lo de vez! Deixe-o resmungar um pouco. É comum o pequeno acordar, chorar e voltar a dormir. Se ele não aprender a dormir nessa idade, poderá levar o hábito para o resto da infância.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

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Cartilha Navegar com Segurança

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Queridas Mamães e Professores!
No Dia 18 de Maio - Dia do Combate contra o Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.
Iremos compartilhar uma dica importante: A Cartilha Navegar com Segurança
- Protegendo seus Filhos da Pedofilia e da Pornografia Infanto-Juvenil na Internet
Clique aqui para acessar a Cartilha!


1 - Mantenha o computador em uma área comum da casa. Não deixe no quarto da criança usuária da Internet por ser diferente de um móvel ou de um livro.
2 - Acompanhe a criança quando utilizar computadores de bibliotecas ou de Lan Houses.
3 - Navegue algum tempo com a criança internauta. Da mesma forma que você ensina sobre o mundo real, guie-o no mundo virtual.
4 - Aprenda sobre os serviços utilizados pela criança, observe suas atividades na Internet. Caso encontrem algum material ofensivo, explique o porquê da ofensa e o que pretende fazer sobre o fato.
5 - Denuncie qualquer atividade suspeita. Encoraje a criança a relatar atividades suspeitas, ou material indevido recebido.
6 - Caso suspeite que alguém on-line está fazendo algo ilegal, denuncie-o às autoridades policiais ou ao sitehttp://nightangel.dpf.gov.br/.
7 - Estabeleça regras razoáveis para a criança. Discuta com ela as regras de uso da Internet, coloque-as junto ao computador e observe se são seguidas. As regras devem, por exemplo, estabelecer limites sobre o tempo gasto na Internet.
8 - Se necessário, opte por programas que filtram e bloqueiam sites. Encontre um que se ajuste às regras previamente estabelecidas. * Indicamos o NetFilter Família.
9 - Monitore sua conta telefônica e o extrato de cartão de crédito. Para acessar sites adultos, o internauta precisa de um número do cartão de crédito e um modem pode ser usado para discar outros números, além do provedor de acesso à Internet.
10 - Instrua a criança a nunca divulgar dados pessoais na Internet, por exemplo, nome, endereço, telefone, escola e o e-mail em locais públicos, como salas de bate-papo. É a versão moderna do “nunca fale com estranhos”. Recomende que a criança utilize apelidos, prática comum na Internet e uma maneira de proteger informações pessoais.
11 - Conheça os amigos virtuais da criança. É possível estabelecer relações humanas benéficas e duradouras na Internet. Contudo, há muitas pessoas com más intenções, que tentarão levar vantagem sobre a criança.
12 - Cuide para que a criança não marque encontros com pessoas conhecidas através da Internet, sem sua permissão. Caso permita o encontro, marque em local público e acompanhe a criança.
13 - Aprenda mais sobre a Internet. Peça para a criança ensinar a você o que sabe e navegue de vez em quando.
14 - ATENÇÃO! DISK DENÚNCIA - Ligue para o número 100.


Regiane Pinheiro
Espaço Psicopedagógico Lápis De Cor
contato@espacolapisdecor.com

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Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes

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Se não tem ninguém falando, pode ter alguém fazendo!


Dia 18de maio - Dia Nacional de Combate ao Abuso e a exploração de Crianças e Adolescentes!

O QUE É VIOLÊNCIA DOMÉSTICA?

“É todo ato ou omissão praticado por pais, parentes ou responsáveis contra crianças e ou adolescentes que, sendo capaz de causar à vítima dor ou dano de natureza física, sexual e ou psicológica, implica, de um lado, uma transgressão do poder/dever de proteção do adulto. De outro, leva a coisificação da infância, isto é, a uma negação do direito que crianças e adolescentes têm de serem tratados como sujeitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento”. (Azevedo e Guerra 1998). A violência doméstica pode ser classificada em dois tipos: maus-tratos e abuso sexual.

O QUE É VIOLÊNCIA SEXUAL?

É um fenômeno social que envolve qualquer situação de jogo, ato ou relação sexual, homo ou heterossexual, envolvendo uma pessoa mais velha e uma criança e adolescente. Ela se expressa por meio da exploração e/ou abuso sexual. (Fórum Cearense de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, 2002)

O QUE É ABUSO SEXUAL?

É a utilização da criança ou adolescente em uma relação de poder desigual, geralmente por pessoas muito próximas, podendo ser ou não da família, e que se aproveitam dessa relação de poder e de confiança sobre o menino ou menina para satisfazer seus desejos sexuais. Pode ocorrer com ou sem violência física, mas a violência psicológica está sempre presente.

O QUE É EXPLORAÇÃO SEXUAL?

É a utilização sexual de crianças e adolescentes com fins comerciais e de lucro. Acontece quando meninos e meninas são induzidos a manter relações sexuais com adultos ou adolescentes mais velhos, quando são usados para a produção de material pornográfico ou levados para outras cidades, estados ou países com propósitos sexuais.

O QUE É VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA?

Essa não deixa marcas no corpo, mas é perversa tanto quanto a violência física, porque deixa marcas na emoção, diminuindo a auto-estima, provocando culpas e medos e pode precisar de muito tempo para a pessoa violentada se livrar dos efeitos. Qualquer tipo de violência é freqüentemente, se não sempre, acompanhada de violência psicológica. Ex: rejeição, ofensas, ameaças, etc.


Comportamentos que indicam o Abuso Sexual:

•Conduta sedutora.
•Relatos de agressões sexuais.
•Dificuldade em adaptar-se à escola.
•Aversão ao contato físico.
•Comportamento incompatível com a
idade (regressões).
•Envolvimento com drogas.
•Auto-flagelação, culpabilização.
•Fuga de casa.
•Depressão crônica.
•Tentativa de suicídio.

COMO AJUDAR? 

Quando uma criança ou adolescente é violentado(a) sexualmente, sua emoção fica muito abalada, passando a desconfiar de todos, culpando-se e isolando-se socialmente. Neste momento, é importante que o profissional esteja seguro, preparado para fazer o acolhimento e denunciar o caso (Art. 13 ECA). A seguir, algumas recomendações que todo profissional precisa considerar, nos casos de abuso e exploração sexual: 

Acreditar e validar a história da vítima 

É importante valorizar a revelação da criança ou adolescente vítima de violência sexual, respeitar o seu direito de ser ouvido, de ter sua palavra validada, sem exposições a constrangimentos. A história da criança/adolescente, o seu discurso, pode trazer muitas contribuições para uma melhor compreensão do caso e para o estudo do fenômeno da violência sexual.

Respeitar a confidencialidade 

O caso de violência denunciado só diz respeito à vitima e à equipe de atendimento. O profissional deve, eticamente, zelar e respeitar as informações repassadas, evitando a socialização do caso e deixando claro, para a vítima ou denunciante, o respeito ao sigilo profissional. 

Não culpar a vítima 

Nos casos de violência sexual praticada contra crianças e adolescentes, estes nunca devem ser considerados culpados; o agressor sexual tem sempre inteira responsabilidade pelos atos praticados e deve ser punido, na forma da lei. A criança e adolescente não “consentem”, cabe ao adulto a tarefa de tratá-los com respeito e dignidade. 

Respeitar o momento da vítima 

Escute com muita atenção e respeito a criança ou adolescente e não peça, desnecessariamente, para repetir o que aconteceu. A repetição causa sofrimento e possível revitimização. 

Ajudar a estabelecer um plano a curto e médio prazos 

A criança ou adolescente abusado(a) ou explorado(a) sexualmente encontra-se emocionalmente frágil, desconfiando de tudo e de todos, sem expectativas de futuro, precisando de muito apoio. Torna-se importante traçar um plano para o acompanhamento do caso nos dias subseqüentes e enfatizar uma discussão sobre seu projeto de vida.


DENUNCIAS: Disque 100


disque 100 foi criado em maio de 2003 para facilitar a denúncia de atos de agressão contra menores. Desde que o serviço foi implementado, foram registrados 66.982 denúncias em todo o Brasil. O estado com o maior número de denúncias é a Bahia, com 7,7 mil casos, seguido por São Paulo, com 7,29 mil, e Rio de Janeiro, com 5,56 mil.
O disque-denúncia acaba recebendo também denúncias de outros tipos de violência e até de crianças desaparecidas. As denúncias são encaminhadas aos órgãos competentes em até 24 horas. O serviço funciona das 8h às 22h, inclusive finais de semana e feriados. Como o próprio nome já diz, é só digitar 100 no seu telefone. A chamada é gratuita.
Foram registrados 12.487 casos de abuso sexual de crianças em 2010, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (18) pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário. Até março deste ano, foram registrados 4.205 casos de violência sexual contra ciranças e adolescentes.
Faça Bonito! Proteja nossas Crianças e Adolescentes!
Daqui, e daqui.

terça-feira, 15 de maio de 2012

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10 Bons Motivos para seu bebê ouvir músicas!

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Diverte, estimula a percepção e a criatividade. Esses são alguns dos bons motivos para você fazer seu filho escutar muitas canções, veja:

1. Ouvir música é uma delícia
Deixando de lado qualquer justificativa lógica, médica ou pedagógica, a música é antes de tudo uma fonte de prazer. Alegra a vida, descansa, empolga e diverte. Partindo daí, o que ela pode trazer a mais, como a possibilidade de acelerar a aprendizagem, é lucro.

2. Ajuda no desenvolvimento cognitivo
Muito se fala de desenvolvimento. Da sociedade, de um país e, o que mais interessa aos pais, dos bebês. Afinal, quem não se preocupa em ver o filho crescendo bem, aprendendo na velocidade esperada? Por isso, é comum aparecerem dúvidas do tipo “será que ele está demorando demais a falar, a engatinhar?”.
Para resolver essa inquietação, automática e saudável, cuidadores vivem em busca de maneiras de estimular os baixinhos a aprender o máximo – e o mais rapidamente – possível. Nessa empreitada, a música é uma aliada. Ao ouvir um clássico, por exemplo, a criança desperta, de forma muito intuitiva e natural, para a identificação de tons, ritmos, nuances e vibrações. E essa percepção por si só oferece uma gama de estímulos.

terça-feira, 24 de abril de 2012

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Valores que precisamos ensinar aos filhos todos os dias

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Os bons valores devem ser aprendidos ainda na infância e transmitidos de pais para filhos, como uma herança. Só assim é possível garantir que as crianças de hoje se tornem adultos melhores amanhã. Veja, a seguir, as lições que você não pode esquecer de passar!

1. Fraternidade
Nunca humilhe os outros. Se tiver problemas com alguém, diga pessoalmente e com jeitinho. Quando a gente reage instantaneamente a uma provocação, fala coisas pesadas sem pensar. E a maioria das pessoas merece uma segunda chance, certo?
2. Humildade
Enxergue o gari e o presidente da firma como seus iguais e respeite-os. Ouça críticas de coração aberto. Admita quando estiver errada e não sinta vergonha de pedir desculpas. Errar é humano! E aprender com os erros é uma das maiores bençãos de vida.

sábado, 21 de abril de 2012

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Esta na hora de tirar as fraldas do seu bebê

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Assim que a criança completa 2 anos, começam as pressões para tirar a fralda. A avó diz que é hora de usar o penico, a escolinha só aceita crianças que vão ao banheiro. É comum os pais acreditarem que os pequenos que aprendem mais cedo são mais inteligentes ou têm pais mais competentes. No entanto, sabe-se que o fato de deixar de usar fralda não tem relação com inteligência e que pressionar a criança a largá-la antes da hora gera revolta e resistência.
Parte do sucesso do treinamento está em iniciá-lo quando a criança estiver preparada, independentemente da idade.


Os sinais de prontidão são os seguintes:
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